9.6.11

Em Alinhamento

A alinhar... estou a alinhar! Hoje é para apanhar o passo, para tomar balanço. E para alinhar pelo lado esquerdo. Ok?

22.4.11

Nem sei porque me deu para aqui vir agora. Talvez saiba. Só escrevo, só me saem palavras das mãos quando o lado esquerdo está desequilibrado. Mas o desatino é tal, que nem as palavras me saem direitas...

22.7.10

Muito tempo, muita coisa, muito diferente

Muito tempo passou desde que aqui deitava escrita. Muita coisa mudou. Muita ainda para mudar. Pouco tempo para a escrita, mas muita coisa na cabeça. E saudades de escrever.

29.7.09

Como o detergente...

... demagógico mais demagógico não há!... Conta Poupança-Futuro para cada bebé nascido depois da próxima legislatura!! Como toda a gente sabe, "jack" é o diminutivo de Joseph, que, como toda a gente sabe, é o correspondente a José. Vai daí, lembrei-me duma música que aqui assenta que nem uma luva: Hit the road, Jack And don't you came back here no more, No more, no more! Hit the road, Jack And don't you came here no more!

25.7.09

Geração Rasca

Afinal, parece que a geração rasca não é exactamente aquela que se tem pensado ser até hoje... Geração rasca é aquela a que pertencem estas figuras que, na sua maioria, até ocuparam cargos de responsabilidade política e governativa até há bem pouco tempo, e agora andam aí a ser constituídos arguídos a torto e a direito...

3.6.09

RIP

Esteve quase a ter uma plaquinha a dizer "may this blog rest in peace, after having served the cause of this girls justified needs to say something". Esteve quase. Mas vai permanecer por aqui uns tempitos. Há projectos que requerem o contacto permanente que aqui posso ter. Enfim, quem diz aqui, dia ali, numa esquina qualquer, também é verdade!

16.5.08

3 Aninhos!!

Eu que nem sou muito certa nestas coisas de aniversários, vejam lá que acertei com o da abertura aqui do estaminé! Fantástico!! 3 anos... uau!! As voltas que a minha vida já deu, caramba! Tanta coisa diferente... Estou de parabéns! Esséquéessa!

13.3.08

O arrendamento

O meu lado esquerdo tem andado atarefado desde que um certo "inquilino" cá se instalou. É verdade! Que me tem dado que fazer o rapaz! Há um ano atrás, pé ante pé, com algum receio, tímido, bateu à porta e pediu licença para entrar. De início não vi bem quem lá vinha. Andava atarefada a limpar o chão da minha vida e a arrumar as gavetas dos meus dias, de tal sorte que lhe disse que sim que entrasse, até me dava jeito a companhia. Sim, uma rapariga, mesmo em limpezas, gosta sempre de dar dois dedos de conversa. Até ajuda! E lá se foi deixando ficar o rapaz. Primeiro, muito sossegadito, a um canto - que ele sabe que uma rapariga em arrumações não se interrompe! Mas depois, até lhe ia pedindo ajuda nisto e naquilo, e ele foi ficando. E eu a arrumar, a arrumar... E ele ali, fazendo-me companhia. Como fazem os amigos, os bons amigos. Até que um dia, em que ele ali não estava, senti-lhe a falta. Procurei por ele em todos os recantos da minha casa e... nada! Fui encontrá-lo no meu coração, à minha espera! E, desde a altura em que me abriu os braços e me acolheu, nunca mais de lá saí! Arrendei-lhe o espaço no meu lado esquerdo, com um contrato sem termo, que o "regime legal" aqui é outro!

10.3.08

Este já está!...

Pronto... este semestre já está! Passei a todas!! Saíu hoje a última nota que faltava... até dava dores de estômago só de pensar... ter de ir a oral... com aquele professor... ou pior... ter de o enfrentar na cadeira do segundo semestre se tivesse negativa... gulp... Mas não... Passei. Passei. Passei!!! Das seis positivas, uma é a minha... Ainda bem... Só tenho pena de que a cadeira mais bonita do curso todo tenha sido leccionada assim... perdeu o brilho... Mas, isso agora é outra história!!

26.2.08

... sei lá eu...

O curso, a acabar. Os miúdos, estáveis e com desempenhos razoáveis na escola, atendendo aos ritmos - os da vida e os deles. No amor, mais arrufo, menos amuo, está tudo bem. Creio que tenho aquilo que sempre quis. Pronto... coisas prosaicas como o dinheiro, lá está... já não é falta... é o meu estado natural... queira deus que seja circunstancial, conjuntural, não estrutural... Mas, no resto, parece estar tudo sobre rodas. Mas então, porque sinto eu um vazio aqui dentro? Algo falta aqui. A resposta veio-me hoje, durante a noite. Sonhei com a Sandra. A Sandra era uma amiga minha, colega de colégio, com quem mantinha uma amizade muito grande. A Sandra falava como eu, pensava como eu e tinha o mesmo código de valores que eu (na altura, éramos incapazes de qualificar as coisas desta forma, mas era assim que as coisas funcionavam). Amigas inseparáveis. Brincadeiras em conjunto no recreio, sempre. À hora de almoço, comíamos sempre juntas - mais rapazes e raparigas, mas sempre nós duas. Na carrinha, de manhã ela já lá estava quando eu chegava, a guardar-me lugar ao pé de si, e à tarde saía sempre depois de mim, pois morava umas ruas mais abaixo. De tão parecidas que éramos, o que sucedeu era, digo-o eu agora já com a "maturidade" dos meus 38 anitos, previsível. Aborrecemo-nos numa tarde, a caminho de casa, na carrinha, a propósito já nem sei de quê. Mas tal era o orgulho de cada uma de nós, que voltámos costas, cada uma à espera que a outra se retractasse e pedisse tréguas e desculpas. Nunca aconteceu. Infelizmente. Com 13 anos temos uma perspectiva muito "curta" de como são as coisas. É normal, somos imaturos, pequenos patetas que pensam saber tudo e tudo dominar. É normal. É o armário. Mas é uma pena. Tenho até uma certa tristeza, pois acho que seria uma daquelas amigas para a vida. Bem precioso, sei-o hoje. Mas na imaturidade dos meus 13 anos, com a noção da vida que se tem nessa idade, em que o "futuro" é um conceito ainda mais longínquo que a Patagónia, quem se preocupa com uma "baixa" no rol dos amigos? Como era dois anos mais velha que ela, quando a valência do colégio se esgotou para mim, de lá saí e ingressei na escola secundária pública. Não "doeu"... o nível de ensino era superior ao do colégio particular de onde saíra e lá estavam colegas meus e amigos, de forma que a ausência da Sandra se esbateu, até que saíu por completo da minha cabeça. Volta não vira, quando se fala em amigos de infância, penso nela. Basicamente, portanto, nunca mais me lembrei dela. Até esta noite. Esta noite a Sandra veio visitar-me de novo, qual fantasma dos natais passados. Acordei agoniada com tão grande regressão. E, palavra de honra, que passei boa parte da manhã, entre os afazeres em casa, absorta nos pensamentos, a tentar descortinar que raio de coisa, tão à Charles Dickens, teria sido esta. E, de repente, fez-se luz... sei que lição aprendi com a Sandra. Aqui chegados, volto à insatisfação que sinto. Sei agora o que é. Não importa quem tinha razão, eu ou a Sandra. Perdêmo-la toda ao sermos intransigentes, orgulhosas. Gostava de não voltar a cometer o mesmo erro duas vezes. Não há muito tempo, tive - não sei se tenho ainda - uma amiga. Exuberante, no ser e no estar. Tem contradições e opiniões muito vincadas e faz coisas que talvez não sejam inteiramente do meu acordo. Como é humana, é como cada um de nós e erra. Tal como eu erro, como toda a gente erra. Feriu-me com coisas que disse, com opiniões que escreveu e subscreveu e com actos que realizou. Muito. Algumas coisas doeram como tudo. Mas o incrível é que, apesar de, relativamente a muitas delas, me sentir ainda magoada, a verdade é que sinto saudades dela. Dela, das coisas que fazíamos, todas, do que me fazia sentir, isso de ter um "núcleo duro" de mulheres, que foi uma coisa que conquistei com a minha separação. E agora, sinto falta de sermos 3 outra vez. Sinto falta das combinações em cima da hora mas que resultavam bem. Talvez um dia destes eu seja capaz de me voltar para trás e ver se ela anda por aí...

11.2.08

Anjo da Guarda...

Obrigado!! Muito Obrigado!! O meu Anjo da Guarda é bom mesmo!! Não só os carros ficaram intactos, sem um arranhão, como o tipo era um pãozaço!! Pena foi não ter desculpa para pedir o nº de telefone! ;D

2.1.08

2008...

2008. Ano bissexto... parece que nunca é grande coisa... a ver vamos... Terás que te comportar melhor, oh bem melhor que 2007! Pois é!! Olha, tens que me dar mais estabilidade emocional, que o teu "irmão" 2007 começou mal... eu sei que lá para os meados, ganhou juízo e resolveu trazer-me coisas boas, mas lá que foi um caminho difícil, lá isso foi! Partiu-me o coração em pedaços logo ao entrar, o malvado!! Trouxe-me coisas tristes e algumas feias, muito feias... surpresas más. Mas trouxe-me algumas certezas. Lá ganhou juízo, e ao aquecer, na época estival, lá me trouxe um quentinho ao coração. Finalmente, as coisas começaram a arrumar-se. No emprego, foi um ano de desaires, de quebra de laços, sim que mesmo no emprego se criam laços e amizades... Mas como em tudo, é para a frente que é o caminho! Por isso, senhor 2008, o senhor que até tem mais um dia, veja lá se se porta à altura, que este é um ano importante, muito importante para mim, ouviu?? Vá lá, siga lá com os seus dias e daqui a um ano, a gente fala! E não se esqueça de fazer com que as coisas corram bem a toda a gente, sim?

26.10.07

Ó p'rás náuseas!

... é que às vezes preciso mesmo!!!!
...
mesmo, mesmo!
... Santinhos!!!!!

21.10.07

Tanto para te contar!...

Quase três anos. De calendário, será no dia 24. Mas já nem a Igreja e os cultos se compadecem e a cerimónia é só por marcação... Se estivesses cá, tinha tanto para te contar, meu Amor! As saudades que tenho de ti só impossíveis de descrever. De ano para ano, parece que o cheiro do IPO e os sons e as pessoas se entranham, ainda mais, em mim. Passo vezes sem conta por lá. Dou a volta ao quarteirão para ver o referitório, porque jantei ali sozinha vezes sem conta, a correr, que queria estar junto a ti, nos intervalos poucos que pude dar à tua mãe... viver nos intervalinhos ... a conta gotas... E eu ali a jantar, a engolir a refeição e a sentir asco a todos os outros pobres desgraçados ao meu lado, odiando-os porque a vida me obrigou a conhecê-los... Este ano fui ali noutra vez e acho que a saudade está a ficar muda... refugiei-me nos teus primos, que ficaram em casa com o Rui e fugi rapida e estratégicamente... Tenho tanto, mas tanto, para te contar, sabes? Estes quase 3 anos têm sido complicados e intensos, sobretudo intensos... Estabilizei, emocionalmente e no resto. Sinto que posso tirar o cinto de segurança pois saí da zona de turbulência. Sei que sim. E tu sabes, tu sabes tudo. Deixei de me preocupar com o acessório. Sei para onde vou, com quem vou e quem são aqueles que quero preservar junto a mim, custe o que custar. Estou farta de palavras ocas e situações "politicamente correctas", sabes? Não estou para isso. Gosto de ser assim, com os meus defeitos, com as minhas qualidades, tudo à vista e bem definido! E eu sei que tu concordas e que sabes do que falo... eras assim, tal e qual. Quem não nos conhece bem, a pessoas como tu e eu, confunde-nos e julga-nos intransigentes. Mas não. Temos é um sentido muito arreigado do justo e detestamos hipocrisias, gente de duplas faces e gente cínicam má e mentirosa... e sabemos como fazer os outros perceber isso... e é a nossa frontalidade que choca. Ás vezes sabemos que somos frias, mas... não podemos ir contra o que sentimos. Tanto para te contar, Inês... Tanto para te contar!...

31.8.07

Auto Retrato

Chamaste-me a tua "Princesa Rabuja"!

27.8.07

Dos favores

Gosto de coerência. Aliás, a honestidade e a coerência são-me muito caras. Mesmo nas posições e opiniões divergentes das minhas. Porque na coerência há a possibilidade de construir qualquer coisa. Sabe-se com o que se conta. Nem que seja com a noção de que se têm ideias e ideais diferentes. Agora, lidar com quem, num dia, põe a mão no peito e professa um credo, e, no outro, puxa da adaga e reza por outro, é difícil. Ultimamente, a minha intolerância para incoerências e honestidades relativas tem vindo a aumentar de uma forma quase escabrosa.
… é que já não tenho paciência para fazer favores, nem a mim mesma.

20.8.07

Honey, I'm home!!

Cheguei a casa! Já não era sem tempo... já sentia a sola da alma a ficar gasta... Prepara-me um banho quente, faz-me uma massagem e toma o meu corpo...

7.5.07

Encruzilhadas, caminhos, partidas e chegadas...

Começei a escrever aqui há quase dois anos.
Dia 16 certamente haveria aqui um post comemorativo - ou não, que sou muito despassarada nestas coisas de datas!... - e deixaria aqui umas linhas a dizer que tanta agua já havia passado debaixo da ponte, e que o que era antes já não é agora, e que conheci muita gente boa e até fiz grandes amizades... Mas não, desta feita, nada disso sucederá. Simplesmente, ... porque não me apetece.
De igual forma já foi este espaço por mim encerrado mais que uma vez. Por falta de inspiração, por me ter sentido devassada, por isto e por aquilo.
Já me orgulhei que um par de olhos a quem muito estimo (e a quem muito amei) aqui viesse, depois entristeci-me por cá não vir e finalmente realizei que aqueles olhos não devem aqui passar mais.
A vida é assim.
A minha vida alterou-se substancialmente ao longo destes quase dois anos.
Aprendi muito. Lá fora, onde as caras e os nomes são reais.
Mas também aqui, onde por trás de um nick, está uma construção que fazemos de um indivíduo, que pode muito bem estar em consonância com a realidade.
Ou não.
Neste momento, sinto que tenho algo mais a cuidar lá fora. É lá que a minha atenção está centrada. Não faz muito sentido continuar aqui a escrever.
Todavia, foi uma experiência. A repetir, se, quando e onde me apetecer.
Termino agora. Sem justificações nem agradecimentos.
Só porque sim.
Porque eu, eu já sei!

3.5.07

Curiosa a capacidade que cada um de nós encerra em si mesmo de magoar o outro... Eu estou muito magoada. Muito mesmo. Não pelo epíteto, mas por saber que é isso que sentes de facto... Até sempre.

30.4.07

A Prova Real

Quando era catraia e andava na escola primária, que era muito mais fácil de identificar, não tinha "EB"'s nem " +I"'s nem essas coisas, fazíamos, na aritmética, a "prova real".
Era mais fidedigna que a "prova dos nove"... ou então era o nome que lhe dava a imponência, já não sei, confesso...
De qualquer forma, sinto-me em permanente prova real...
Por mais que te mostre que sou capaz, que não faço as coisas que faço mal por mal, e que faço intencionalmente bem as que faço bem, e não por uma qualquer conjugação dos astros e deuses, a verdade é que nunca nada chega... nunca nada é suficientemente bom...
Nem nada, nem ninguém...
Muito menos eu...
Sabes que me doeu saber que a primeira coisa que perguntaste foi "a tua irmã tem alguém?" e não "a tua irmã está bem?"... não, se calhar, não sabes...
Também não deves saber que me irritas e entristeces quando vais fazer perguntas - que deviam ser-me feitas - a outras portas... são as minhas outras portas de confiança, mas tens que me fazer as perguntas a mim...
Sabes, tal como tu, também eu já sou mãe... o teu/nosso dia está a chegar...
Um destes dias vamos ter de conversar a sério, porque há uma coisa que te quero dizer. Mas, antes disso, há algo que gostava de te tentar passar... e vou fazer de conta que lês isto...tu tens noção das filhas que tens?
Custa muito querer partilhar as coisas contigo, mas essa tua mania de querer controlar tudo à tua volta!?!... Impede-me logo de te contar seja o que for!
Tu não sabes que eu gostava de te ter como uma grande amiga, não só como mãe??